martes, 9 de octubre de 2012

Clarice Lispector

Gosto demais do que ela escreve...

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas,
das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas,
dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes...
tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E dai? Eu adoro voar! Nao me deem formulas certas por que
eu nao espero acertar sempre. Nao me mostrem o que esperam
de mim, por que vou seguir meu coração. Nao me façam ser
quem nao sou. Não me convidem a ser igual,
por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma
para sempre.

viernes, 5 de octubre de 2012


Coisas Surpreendentemente Alcançáveis para se Fazer Hoje:

Sorria.
Trate a todos com bondade e respeito.

Execute um ato altruísta.
Evite o drama desnecessário.
Pense positivamente.
Espalhe amor ao seu redor.

Tome uma acção decisiva e imediata em algo que precisa ser feito.
Siga sua intuição ao tomar decisões.
Passe algum tempo trabalhando em algo que goste.
Conheça alguém novo.

Pratique exercício e tenha uma alimentação saudável.
Seja um estudante da vida

domingo, 16 de septiembre de 2012

Como surgiu a expressão Tchê!

        
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu Jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso, o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra
caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu.. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto.. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios
acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo
alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.

Martha Medeiros


'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito
prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias,
ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições,
cuido dos filhos, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas,
namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e
mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente,
compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as
unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que
operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe
apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para
os outros..
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que
desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse
direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida
interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser
sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não
é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É
ter tempo.

Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..Cinco dias!
Tempo para uma massagem..
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente
organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela
quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não
for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está
tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e
vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para
usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha
trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o
hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente,
está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o
rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas
e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.


Martha Medeiros - Jornalista e escritora

lunes, 3 de septiembre de 2012

Uma bruxa !!


                                                     PORQUE SOU UMA BRUXA

Sou uma bruxa porque Sempre que abro os olhos ao despertar, me emociono por mais um dia para viver, livre e comprometida com as coisas e as causas da Grande Mãe. Neste momento procuro refletir a respeito dos tantos di...

as que nos foram tirados, por inveja, injúria e cobiça e peço luzes e força a Deusa Mãe para o dia de hoje.
Sou uma bruxa porque ao abrir as janelas e respirar o ar da manhã, agradeço a Deusa pelo dom da vida, e celebro o pai ar pela sua presença em mim.
Sou uma bruxa porque, ao me alimentar, celebro aquele bendito alimento e bendigo todos aqueles que contribuíram com seu trabalho para que o mesmo chegasse à minha mesa.
Sou uma bruxa porque, sempre de alguma forma, renasce o amor em mim, e minha alma agradecida transmite luz. 
Sou uma bruxa porque sempre me envolvo e me comprometo a serviço da justiça e da paz no mundo.

Sou uma bruxa porque estou sempre insistindo em abrir as portas do meu coração para transmitir os ensinamentos dos antigos e facilitar o despertar da grande arte nos corações dos que me cercam.
Sou uma bruxa porque estou sempre acendendo um fósforo sem maldizer a escuridão.
Sou uma bruxa porque busco a verdade sem jamais me conformar com a mentira e o subterfúgio.
Sou uma bruxa sempre que renuncio ao egoísmo e procuro ser generosa.
Sou uma bruxa quando sorrio para alguém, mesmo estando muito cansada, pois conheço o valor do sorriso.
Sou uma bruxa quando preparo um chá que vai curar, ou pelo menos amenizar a enxaqueca daquela vizinha chata.
Sou uma bruxa quando tomo um animal em meu colo para lhe amenizar a dor. Quando planto e colho uma erva e agradeço a Gaia por tamanha dádiva.
Sou uma bruxa quando persigo a luz de uma estrela com o olhar e o coração nas trevas que nos circundam. Quando levo a fé nos Deuses por entre linhas, apenas com minhas ações.
Sou uma bruxa quando em rijo, sinto o rio do sangue da vida que escoa nas minhas entranhas. Quando sou fogo que estimula o coito, e água que transforma e modifica cursos.
Sou uma bruxa porque me aconchego no seio sagrado da terra, voltando ao colo sagrado. Quando abro o circulo invocando os ventos do norte, buscando no canal dos antigos o néctar do renascer.
Sou uma bruxa porque, quando falo em liberdade, me sinto águia. Quando falo de sabedoria, me sinto coruja, e, quando falo do belo, me sinto arara.
Sou uma bruxa porque estou sempre atenta ao perfume, que não posso derramar no próximo sem que também me atinja e a lei tríplice se faz em mim.
Sou uma bruxa quando vivencio o sabor do pão partilhado. Quando procuro pedir perdão e recomeçar.
Sou uma bruxa quando me recolho ao silêncio perante um julgamento preconceituoso ou injusto a meu respeito, entrego ao tempo. Único polo óptico da verdade imutável.
Sou bruxa quando desenvolvo em meu ser a humildade de viver e morrer como o grão de trigo, para depois frutificar searas de luz, de tenacidade e esplendor.
Sou uma bruxa porque estou sempre ressurgindo das cinzas como Fênix. E assim, retomar a minha vivência concreta, cujo itinerário principal é a minha Deusa interior, forte, guerreira, translúcida, serena e amorosa a despertar em mim.

Por tudo isso, sou uma bruxa!"

GRAÇA AZEVEDO/ SENHORA TELICAMA - TEXTO EXTRAIDO DO LIVROS GESTANDO A MINHA DEUSA INTERIOR.



 




sábado, 25 de agosto de 2012

Un Puñetazo en la Cara

Este texto recebi de mi querida amiga mexicana...muy bueno, para meditar...

"¿De dónde viene esa música apenas audible que tanto molesta? Qué imprudentes mis compañeros de adelante, ¿qué no ven que la conferencia de Wyne Dyner está a punto de comenzar?". Mi juez crítico buscaba notoriamente al culpable.

Pasaron unos minutos en los que, indignada, mi atención se dividía entre las palabras del conferencista y la molestia que el soterrado ruido me provocaba. "¡No puede ser...!", repetía para mis adentros.

Otros minutos transcurrieron, hasta que se me cayó la cara de vergüenza. ¿Que de dónde provenía la molesta musiquita? ¡De mi bolsa! Del celular que mi esposo me había prestado para no estar desconectada en Atlanta, puesto que el mío lo había perdido.

No lo reconocí porque en mi teléfono no tenía música. ¡Qué pena! Pero, además de eso, me causó sonrojo ver la prudencia de todos mis vecinos que, al contrario mío, no hicieron una sola mala cara.

Sentí un puñetazo en la cara y aprendí una lección. El problema era yo. Fue como aquel señor que al ir a su trabajo tiene un accidente. Se baja del coche y le dice a la conductora del otro automóvil: "Señora, ¿por qué no aprende a manejar? Usted es la cuarta persona con la que choco hoy".

El incidente me hizo transpolar la experiencia a otras áreas de mi vida. Soy yo la que tengo que cambiar. Esto se aplica a las relaciones y se vuelve más notorio con quienes convivimos a diario, como compañeros de trabajo o nuestra pareja.

¿Cuántas veces, de manera automática, condenamos al otro en lugar de darle el beneficio de la duda? Sin darnos cuenta, creamos el hábito de ver sus debilidades en lugar de sus fortalezas. Y así, la vida se vuelve un infierno.

El asunto no está en el otro, está en cada quien. Es cuestión de decidir. Te puedes enfocar en todo lo positivo que tiene la otra persona y en magnificar todas sus cualidades, o bien, acostumbrarte a detectar de inmediato todos sus defectos y amplificar todo aquello que te molesta.

Esta es una de las razones por la que hoy tantas parejas tienen problemas. Han olvidado el porqué se enamoraron mutuamente.

En una relación suele haber dos seres sensibles con un gran potencial, pero la crítica los separa, pues han desarrollado el hábito de ver sólo lo malo. Todos conocemos historias de parejas en las que con nada se tiene contento al otro. Nada es suficiente. Son incapaces de ver el esmero, y mucho menos reconocerlo.

Recuerdo el caso de un señor que armó un gran pleito porque su esposa no le tenía el melón de la mañana picado, como a él le gustaba. Por supuesto, se divorciaron.

Este tipo de personas nunca son felices. Como dice Un Curso de Milagros: "Aquello que falta en la relación, es lo que tú no has dado".

Porque, aunque parezca extraño, la razón de no ver las cualidades en el otro es una falta de amor por uno mismo. Si me acepto, te acepto. Y sólo puedo criticar y juzgarte cuando ya me he juzgado negativamente a mí mismo. Así de sencillo.

Si acaso encuentras que luchas en esta área, cambia de foco. De la misma manera que con un dibujo de ilusión óptica.

Para ayudarte, haz una lista de todas las cualidades que tu pareja, tu jefe o tu compañero tiene. Quizá no es cariñoso, pero es muy generoso. Quizá tenga debilidades, pero es una gran mamá. Es divertida. Es inteligente. Es trabajador.

Haz la prueba. Fíjate en lo bueno. Verás que también saldrás beneficiado. Un espíritu crítico contamina todo lo que haces en todas las áreas. Además, tengamos en cuenta esta ley: lo que resiste, persiste. Y las personas respondemos mucho más al halago que a la crítica.

La próxima vez que la crítica te asalte, mejor di: "¿Te había dicho lo mucho que te admiro cuando...?". Comprobarás que todo cambia para bien.




"Te puedes enfocar en todo lo positivo que tiene la otra persona y en magnificar todas sus cualidades, o bien, acostumbrarte a detectar de inmediato todos sus defectos y amplificar todo aquello que te molesta".

Gaby Vargas

miércoles, 18 de julio de 2012

LIMPANDO A CASA

Todos sabemos que acumulamos coisas velhas, que na verdade nao precisamos..esta na hora de tirarlas...vc sabe que nunca vai usalas.Se vc tiver algumas destas coisas na sua casa, deve desfaser-se delas rapidinho. É sujeira que nao serve para nada, entregue a quem faz artesanato o para que possa ser reciclado.
Atenta a esta lista de inutilidades:

 •revistas velhas, antigas
 •folhetos de supermercado
 •revistinhas tipo avon,  de propaganda
 •jornais
 •cosméticos fora de validade
 •medicamentos fora de validade
 •tudo fora de validade
 •canetas velhas
 •caixas vazias
 •escovas de dente velhas
 •meias sem par
 •garrafas sem uso
 •brinquedos inúteis do mcdonald’s, Kinder..
 •esponjas, panos de prato e de limpeza velhos
 •sapatos que não tenham reparo
 •roupas velhas e furadas que não tenham reparo
 •elásticos e prendedores de cabelo velhos
 •coisas que você não usa nem vê utilidade (no geral)
 •sachês de catchup e temperos de fa(s)t-food nao validos
 •papéis e livros da faculdade
 •trabalhos de escola das crianças
 •livros escolares antigos
 •panelas e potes que você não usa mais ou odeia
 •comidas velhas na geladeira
 •listas telefônicas antigas
 •disquetes velhos
 •cds antigos de computador
 •programas antigos de computador
 •pilhas e baterias velhas
 •acessórios velhos e inúteis de computador
 •pôsters que jamais vai usar nas paredes
 •velas queimadas
 •coisas que você sabe que jamais usará
 •frascos vazios de shampoos, hidratantes, coisas do tipo
 •lingerie velha
 •artigos de cozinha quebrados, tipo xícaras, pratos..
 •óculos de sol velhos ou quebrados que você jamais irá arrumar
 •registros médicos antigos que não têm mais importância
 •lençóis e fronhas velhas e sem conjunto
 •travesseiros, mantas e colchões velhos
 •perfumes velhos ou que você odeia
 •cds que você não gosta ou não ouve
 •ímas de geladeira que não importam
 •material de artesanato estacionado
 •retalhos de costura que nao vai usar mesmo
 •folhetos de comidas de entrega em domicílio
 •fitas de vídeos que não funcionam mais

Pense bem, para que guardar tudo isso se nao vais usar???