Esta "casinha" será o lugar onde contarei minhas historias, buscarei textos interessantes p postar, deixarei alguma receitinha curiosa...de tudo um pouco, como uma casa onde mora muita gente.
lunes, 30 de abril de 2012
QUEM CRIOU O MAL?
Este texto recebi da minha querida amiga Claudia Brum, já conhecia,
mas é tao bom que resolvi colocar-lo aqui... para meditar.
Alemanha Inicio do século 20, Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta: "Deus criou tudo o que existe?"
Um aluno respondeu valentemente:
-Sim, Ele criou…
Deus criou tudo? Perguntou novamente o professor.
-Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor respondeu, "Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?"
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
- Posso fazer uma pergunta, professor? Lógico, foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou: professor, o frio existe?
Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:" De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.
"E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu: -Existe.
O estudante respondeu: Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
"A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente."
Finalmente, o jovem perguntou ao professor: Senhor, o mal existe?
O professor respondeu: Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.
E o estudante respondeu: O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu: Albert Einstein
miércoles, 18 de abril de 2012
recebi este poema de um admirador( rsrs,,), quando tinha uns 13 anos...
" Menina dos Olhos Verdes "
Ó! menina dos olhos verdes, que à tardinha
estás sempre à janela à hora de minha volta...
Que cousas pensarás? Que fazes aí sozinha?
Por que regiões de sonho a tua alma se solta?
Sempre que dobro a esquina encontro o teu olhar
e o teu claro sorriso adolescente ainda...
Habituei-me a te ver - e és tão criança e tão linda
que sem querer, também sorrio ao te encontrar...
Menina dos olhos verdes... A quem esperas
com teus olhos gritando a cor das primaveras?
Queres versos? Pois bem, estes são teus, recolhe-os!
Escrevi-os pensando em ti, tímida e bela,
- a menina dos olhos verdes da janela
debruçada à janela verde dos meus olhos!
J.G.de Araujo Jorge
martes, 17 de abril de 2012
Eu queria um amor assim
...o médico então lhe perguntou:
- Por que a pressa?
E ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está em um asilo.
E o médico comentou:
- Que bacana! Então vocês matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!
E o velhinho diz:
- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas por que então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida a tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira.
- Por que a pressa?
E ele respondeu:
- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está em um asilo.
E o médico comentou:
- Que bacana! Então vocês matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!
E o velhinho diz:
- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.
O médico surpreso então pergunta:
- Mas por que então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:
- Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida a tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira.
Este é o verdadeiro amor!”
Deus, eu só queria um amor assim....
jueves, 29 de marzo de 2012
Eu tive que aceitar - Silvia Schmidt
Eu tive que aceitar que o meu corpo nunca fôra imortal, que ele envelheceria e que um dia se acabaria.
Eu tive que aceitar que eu viera ao mundo para fazer algo por ele, para tentar dar-lhe o melhor de mim, deixar rastros positivos da minha passagem e, em dado momento, partir.
Eu tive que aceitar que meus pais não durariam para sempre e que meus filhos, pouco a pouco, escolheriam seus caminhos e prosseguiriam sua caminhada sem mim.
Eu tive que aceitar que eles não eram meus como eu supunha, e que a liberdade de ir e vir era um direito deles também.
Eu tive que aceitar que todos os meus bens me foram confiados por empréstimo, que não me pertenciam e que eram tão fugazes como fugaz era a minha própria existência na Terra.
Eu tive que aceitar que eu iria e que os bens ficariam para uso de outras pessoas quando eu já não estivesse por aqui.
Eu tive que aceitar que varrer minha calçada todos os dias não me dava nenhuma garantia de que ela era propriedade minha, e que varrê-la com tanta constância era apenas um fútil alimento que eu dava à minha ilusão de posse.
Eu tive que aceitar que o que eu chamava de “minha casa” era só um teto temporário que dia mais, dia menos, seria o abrigo terreno de uma outra família.
Eu tive que aceitar que o meu apego às coisas só apressaria ainda mais a minha despedida e a minha partida.
Eu tive que aceitar que meus animais de estimação, minhas plantas, a árvore que eu plantara, minhas flores e minhas aves eram mortais. Eles não me pertenciam!
Foi difícil, mas eu tive que aceitar.
Eu tive que aceitar as minhas fragilidades, os meus limites, a minha condição de ser mortal, de ser atingível, de ser perecível.
Eu tive que aceitar para não perecer!
Eu tive que aceitar que a Vida sempre continuaria com
ou sem mim, e que o mundo em pouco tempo me esqueceria.
Eu me rendi e aceitei que eu tinha que aceitar.
Aceitei para deixar de sofrer, para lançar fora o meu orgulho, a minha prepotência, e para voltar à simplicidade da Natureza, que trata a todos da mesma maneira e sem favoritismos.
Humildemente agora lhe confesso que foi preciso
eu fazer cessar uma guerra dentro de mim.
Eu tive que me desarmar e abrir meus braços para
receber e aceitar a minha tão sonhada Paz
Eu tive que aceitar que meus pais não durariam para sempre e que meus filhos, pouco a pouco, escolheriam seus caminhos e prosseguiriam sua caminhada sem mim.
Eu tive que aceitar que eles não eram meus como eu supunha, e que a liberdade de ir e vir era um direito deles também.
Eu tive que aceitar que todos os meus bens me foram confiados por empréstimo, que não me pertenciam e que eram tão fugazes como fugaz era a minha própria existência na Terra.
Eu tive que aceitar que eu iria e que os bens ficariam para uso de outras pessoas quando eu já não estivesse por aqui.
Eu tive que aceitar que varrer minha calçada todos os dias não me dava nenhuma garantia de que ela era propriedade minha, e que varrê-la com tanta constância era apenas um fútil alimento que eu dava à minha ilusão de posse.
Eu tive que aceitar que o que eu chamava de “minha casa” era só um teto temporário que dia mais, dia menos, seria o abrigo terreno de uma outra família.
Eu tive que aceitar que o meu apego às coisas só apressaria ainda mais a minha despedida e a minha partida.
Eu tive que aceitar que meus animais de estimação, minhas plantas, a árvore que eu plantara, minhas flores e minhas aves eram mortais. Eles não me pertenciam!
Foi difícil, mas eu tive que aceitar.
Eu tive que aceitar as minhas fragilidades, os meus limites, a minha condição de ser mortal, de ser atingível, de ser perecível.
Eu tive que aceitar para não perecer!
Eu tive que aceitar que a Vida sempre continuaria com
ou sem mim, e que o mundo em pouco tempo me esqueceria.
Eu me rendi e aceitei que eu tinha que aceitar.
Aceitei para deixar de sofrer, para lançar fora o meu orgulho, a minha prepotência, e para voltar à simplicidade da Natureza, que trata a todos da mesma maneira e sem favoritismos.
Humildemente agora lhe confesso que foi preciso
eu fazer cessar uma guerra dentro de mim.
Eu tive que me desarmar e abrir meus braços para
receber e aceitar a minha tão sonhada Paz
lunes, 5 de marzo de 2012
Coisas de gaúchos
DE ONDE VEM O TERMO "GAÚCHO"?
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Originariamente, o termo foi aplicado, em sentido pejorativo (como sinônimo de nômade, ladrão de gado que vagava pelos pampas), aos mestiços e índios, espanhóis e portugueses que naquela região, ainda selvagem, viviam de prear o gado que, fugindo dos primeiros povoamentos espanhóis, se espalhava e rep... roduzia livremente pelas pastagens naturais. Igualmente livre, sem patrão e sem lei, o gaúcho tornou-se hábil cavaleiro, manejador do laço e da boleadeira.
No séc. XVIII, foi o gaúcho brasileiro um instrumento de fixação portuguesa no Brasil meridional, contribuindo para a manutenção das fronteiras com as regiões platinas. Com o estabelecimento das fazendas de gado e com a modificação da estrutura de trabalho, o gaúcho perdeu seus hábitos nômades, enquadrando-se na nova sociedade rural como trabalhador especializado (o peão das estâncias).
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Originariamente, o termo foi aplicado, em sentido pejorativo (como sinônimo de nômade, ladrão de gado que vagava pelos pampas), aos mestiços e índios, espanhóis e portugueses que naquela região, ainda selvagem, viviam de prear o gado que, fugindo dos primeiros povoamentos espanhóis, se espalhava e rep...
No séc. XVIII, foi o gaúcho brasileiro um instrumento de fixação portuguesa no Brasil meridional, contribuindo para a manutenção das fronteiras com as regiões platinas. Com o estabelecimento das fazendas de gado e com a modificação da estrutura de trabalho, o gaúcho perdeu seus hábitos nômades, enquadrando-se na nova sociedade rural como trabalhador especializado (o peão das estâncias).
DE ONDE VEM A PALAVRA "TCHÊ"?
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Vem do espanhol, os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições
e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê)
que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa
do céu.
viernes, 2 de marzo de 2012
FALTA DE OBJETIVOS
...uma velha parábola...
Conta-se que certa vez um homem foi condenado a vinte e cinco anos de trabalhos forçados. Ele foi, então, algemado a uma manivela de uma grande e pesada roda e, de manhã até à noite, ele tinha que girar esta pesada roda. Os dias e os anos passavam lentamente e, durante estas muitas horas, à medida que ele sentia seus músculos se tornarem cansados e os ossos de suas costas se rompendo com a pressão, ele se perguntava o que exatamente ele estava realizando com seu trabalho árduo.
Talvez a roda fosse parte de um moinho e ele estivesse moendo grãos, transformando-os em farinha. Ou talvez estivesse girando algo, como a roda de um oleiro, ou talvez gerando algum tipo de energia que era usada para ativar algum tipo de máquina.
Quando a longa sentença finalmente foi cumprida e as algemas foram retiradas dos braços musculosos de um homem velho e alquebrado, a primeira coisa que ele fez foi ir para o lado de fora da casa, para ver no quê ele ficara trabalhando esses vinte e cinco anos. Horrorizado, ele descobriu que não havia nada lá, apenas uma roda na parede, desligada de qualquer alavanca ou engrenagem.
O homem irrompeu em prantos. "Vinte e cinco anos de trabalho pesado", lamentava, "e tudo em vão. Se alguém tivesse se beneficiado com isto, quer fosse uma pessoa ou um animal, eu poderia aceitar. Mas ter trabalhado e sofrido em vão, isso eu não posso suportar!".
Não existe uma tristeza ou desapontamento mais profundo que a falta de objetivo na vida de uma pessoa..
(Rabino Yacov Gerenstadt é presidente da Gal Einai no Brasil, instituto que dissemina o estudo da Torá e as ideologias da Cabalá.)
Conta-se que certa vez um homem foi condenado a vinte e cinco anos de trabalhos forçados. Ele foi, então, algemado a uma manivela de uma grande e pesada roda e, de manhã até à noite, ele tinha que girar esta pesada roda. Os dias e os anos passavam lentamente e, durante estas muitas horas, à medida que ele sentia seus músculos se tornarem cansados e os ossos de suas costas se rompendo com a pressão, ele se perguntava o que exatamente ele estava realizando com seu trabalho árduo.
Talvez a roda fosse parte de um moinho e ele estivesse moendo grãos, transformando-os em farinha. Ou talvez estivesse girando algo, como a roda de um oleiro, ou talvez gerando algum tipo de energia que era usada para ativar algum tipo de máquina.
Quando a longa sentença finalmente foi cumprida e as algemas foram retiradas dos braços musculosos de um homem velho e alquebrado, a primeira coisa que ele fez foi ir para o lado de fora da casa, para ver no quê ele ficara trabalhando esses vinte e cinco anos. Horrorizado, ele descobriu que não havia nada lá, apenas uma roda na parede, desligada de qualquer alavanca ou engrenagem.
O homem irrompeu em prantos. "Vinte e cinco anos de trabalho pesado", lamentava, "e tudo em vão. Se alguém tivesse se beneficiado com isto, quer fosse uma pessoa ou um animal, eu poderia aceitar. Mas ter trabalhado e sofrido em vão, isso eu não posso suportar!".
Não existe uma tristeza ou desapontamento mais profundo que a falta de objetivo na vida de uma pessoa..
(Rabino Yacov Gerenstadt é presidente da Gal Einai no Brasil, instituto que dissemina o estudo da Torá e as ideologias da Cabalá.)
jueves, 1 de marzo de 2012
Para pensar..
"Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
de nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Vladimir Maiakóvski
e roubam uma flor
de nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada."
Vladimir Maiakóvski
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