Esta é a mensagem que os professores de uma escola decidiram gravar na secretária eletrônica. A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados, mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.
Eis a mensagem gravada:
- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
- Para insultar os professores - tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do
seu filho, ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.
- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real, e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho
não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!
Esta "casinha" será o lugar onde contarei minhas historias, buscarei textos interessantes p postar, deixarei alguma receitinha curiosa...de tudo um pouco, como uma casa onde mora muita gente.
sábado, 28 de enero de 2012
ORAÇÃO DAS MULHERES
Essa encontrei no blog de uma amiga, se alguem precisa......
ORAÇÃO DAS MULHERES
“Querido Deus,
Até agora o meu dia foi bom:
não fiz fofoca,
não perdi a paciência,
não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta,
chata e nem irônica.
Controlei minha TPM,
não reclamei,
não praguejei,
não gritei,
nem tive ataques de ciúmes.
Não comi chocolate.
Também não fiz débitos em meu cartão de crédito
e nem dei cheques pré-datados.
Mas peço a sua proteção, Senhor, pois estou para levantar da cama
a qualquer momento...
Amém!”
ORAÇÃO DAS MULHERES
“Querido Deus,
Até agora o meu dia foi bom:
não fiz fofoca,
não perdi a paciência,
não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta,
chata e nem irônica.
Controlei minha TPM,
não reclamei,
não praguejei,
não gritei,
nem tive ataques de ciúmes.
Não comi chocolate.
Também não fiz débitos em meu cartão de crédito
e nem dei cheques pré-datados.
Mas peço a sua proteção, Senhor, pois estou para levantar da cama
a qualquer momento...
Amém!”
lunes, 16 de enero de 2012
Eros Trovador . Falavio Rangel
Este texto é especial para quem gosta e conhece letra de cançoes,
principalmente da musica brasileira.
Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Ó lugar! Ó lugar! Tenho uma casinha lá na Marambaia: fica na beira da praia, só vendo que beleza. Cuando calienta El sol, en aquella playa, o Brasil fica vazio na tarde do domingo, Né? Domingo é dia de pescaria, e lá vou eu, de caniço e samburá. Valha-me Deus, Nosso Senhor do Bonfim! Nunca jamais se viu tanto peixe assim.
Um belo dia, a gente entende que ficou sozinho, vem a vontade de chorar baixinho: eu estava à toa na vida, quando o carteiro chegou e o meu nome gritou com uma carta na mão. Ante surpresa tão rude, nem sei como pude chegar ao portão. Seu bilhete assim dizia:
– Não posso mais: eu quero é viver na orgia.
Pois é. Falaram tanto, que a morena foi embora. Disseram que eu voltei, americanizada. Falam de mim, falam de mim, mas eu não ligo. Só o meu passado foi lama, hoje quem me difama viveu na lama também. Todos dizem que eu bebo demais, todos dizem que eu falo demais e que guio meu carro depressa demais, mas sou bem feliz assim; muito mais do que quem já falou ou vai falar de mim.
E agora? O que será de minha vida sem o teu amor, da minha boca sem os beijos teus, da minha alma sem o teu calor? Que será na luz difusa do abajur lilás? Sei lá não sei: sei lá não sei não. Nosso amor que eu não esqueço, e que teve seu começo numa festa de São João, morre hoje sem foguete. Ai, que saudade! Que vontade de ver nosso amor renascer. Volta, querida; os meus braços precisam dos teus, teus abraços precisam dos meus. Estou tão sozinho. Cara, te voglio tanto bene! Só quero que você me aqueça neste inverno, e que tudo o mais vá pro inferno.
– Bom dia amigo. Que a paz seja contigo. Eu vim somente para dizer que te amo tanto que eu vou morrer.
– Ah, já ta naquela de voltar? Agora fica na tua que é melhor ficar. Porque vai ser fogo me aturar. Vou deitar e rolar.
– A vida é arte do encontro, e há tanto desencontro pela vida...
– Taí. Eu fiz tudo prá você gostar de mim. Agora reza prô nosso amor, que já chegou, ô ô ô, ao fim. Quem é, quem é você pra me fazer sofrer assim?
– Ah, se eu soubesse naquele dia o que eu sei agora! Eu não seria este ser que chora, eu não teria perdido você!
– Ouça, vá viver a sua vida com outro bem; hoje já cansei de pra você não ser ninguém.
– Daqui pra frente tudo vai ser diferente!
– Você vai aprender a ser gente?
– You’re the top; you’re the Tower of Piza.
– Mulher! Ai, ai, mulher! O nosso amor deu no que deu. Você me abraça, me beija, me xinga, me bota mandinga...
– Hoje eu volto vencida pedir pra ficar aqui; meu lugar é aqui, faz de conta que eu não saí.
– Helena! Helena! Helena! Eu ontem cheguei em casa, Helena, te procurei e não te encontrei, fiquei tristonho a chamar: “Acorda, patativa, vem ouvir o meu cantar!”
– Dá-me tuas mãos: os teus lábios eu quero beijar onde está, onde está o teu carinho, onde está você?
– Só porque és rica e elegante, queres que eu seja teu amante? Prefiro as curvas da estrada de Santos.
– Deixa o coração falar também, que ele tem razão demais quando se queixa; deixa, deixa, deixa!
– Acabou nosso carnaval: pelas ruas, o que se vê é uma gente sem se ver. Podem me prender, podem me bater, podem até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião.
– Eu sei que eu vou te amar... por toda a minha vida eu vou te amar...
– Sabe você o que é o amor? Não sabe, eu sei. Sabe andar de madrugada, tendo a amada pela mão. Qual sabe o que, qual sabe nada, sabe não.
– Se é tarde, me perdoa... é que eu não sabia que você sabia que a vida é tão boa... Você se lembra da casinha pequenina, onde o nosso amor nasceu? Tinha um coqueiro ao lado...
– Nem vem que não tem!
– Tu veux ou tu veux pas?
– IF somebody loves you, it’s no good unless she loves you all the way. Eu agora sou feliz, eu agora vivo em paz: everybody is talking at me; raindrops keep faling on my head. Agora, deixa eu bater meu tamborim até chegar meu fim.
– Vem, vem, vem, vem sentir o calor dos braços meus à procura dos teus.
– Não vou; não vou, que eu não sou ninguém de ir na conversa de esquecer a tristeza de um amor que passou.
– E agora, o que faço da vida? Denise vai chorar, vai, vai chorar, dim-dim-dim-dim-dom.
– É só isto o seu baião? Não tem mais nada não? Escuta esta canção que eu mesmo fiz pensando em ti: foi um rio que passou na minha vida e o meu coração se deixou levar. Mas agora eu não quero e nem posso, nunca mais. O que tu me fizeste, amor, foi demais. Arrivederci Roma; good-bye, au revoir. Adeus amor, eu vou partir. Ouço ao longe um clarim. Pra você que me esqueceu, aquele abraço.
Eu já vou-me embora. Vou ler meu PASQUIM.
principalmente da musica brasileira.
Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Ó lugar! Ó lugar! Tenho uma casinha lá na Marambaia: fica na beira da praia, só vendo que beleza. Cuando calienta El sol, en aquella playa, o Brasil fica vazio na tarde do domingo, Né? Domingo é dia de pescaria, e lá vou eu, de caniço e samburá. Valha-me Deus, Nosso Senhor do Bonfim! Nunca jamais se viu tanto peixe assim.
Um belo dia, a gente entende que ficou sozinho, vem a vontade de chorar baixinho: eu estava à toa na vida, quando o carteiro chegou e o meu nome gritou com uma carta na mão. Ante surpresa tão rude, nem sei como pude chegar ao portão. Seu bilhete assim dizia:
– Não posso mais: eu quero é viver na orgia.
Pois é. Falaram tanto, que a morena foi embora. Disseram que eu voltei, americanizada. Falam de mim, falam de mim, mas eu não ligo. Só o meu passado foi lama, hoje quem me difama viveu na lama também. Todos dizem que eu bebo demais, todos dizem que eu falo demais e que guio meu carro depressa demais, mas sou bem feliz assim; muito mais do que quem já falou ou vai falar de mim.
E agora? O que será de minha vida sem o teu amor, da minha boca sem os beijos teus, da minha alma sem o teu calor? Que será na luz difusa do abajur lilás? Sei lá não sei: sei lá não sei não. Nosso amor que eu não esqueço, e que teve seu começo numa festa de São João, morre hoje sem foguete. Ai, que saudade! Que vontade de ver nosso amor renascer. Volta, querida; os meus braços precisam dos teus, teus abraços precisam dos meus. Estou tão sozinho. Cara, te voglio tanto bene! Só quero que você me aqueça neste inverno, e que tudo o mais vá pro inferno.
– Bom dia amigo. Que a paz seja contigo. Eu vim somente para dizer que te amo tanto que eu vou morrer.
– Ah, já ta naquela de voltar? Agora fica na tua que é melhor ficar. Porque vai ser fogo me aturar. Vou deitar e rolar.
– A vida é arte do encontro, e há tanto desencontro pela vida...
– Taí. Eu fiz tudo prá você gostar de mim. Agora reza prô nosso amor, que já chegou, ô ô ô, ao fim. Quem é, quem é você pra me fazer sofrer assim?
– Ah, se eu soubesse naquele dia o que eu sei agora! Eu não seria este ser que chora, eu não teria perdido você!
– Ouça, vá viver a sua vida com outro bem; hoje já cansei de pra você não ser ninguém.
– Daqui pra frente tudo vai ser diferente!
– Você vai aprender a ser gente?
– You’re the top; you’re the Tower of Piza.
– Mulher! Ai, ai, mulher! O nosso amor deu no que deu. Você me abraça, me beija, me xinga, me bota mandinga...
– Hoje eu volto vencida pedir pra ficar aqui; meu lugar é aqui, faz de conta que eu não saí.
– Helena! Helena! Helena! Eu ontem cheguei em casa, Helena, te procurei e não te encontrei, fiquei tristonho a chamar: “Acorda, patativa, vem ouvir o meu cantar!”
– Dá-me tuas mãos: os teus lábios eu quero beijar onde está, onde está o teu carinho, onde está você?
– Só porque és rica e elegante, queres que eu seja teu amante? Prefiro as curvas da estrada de Santos.
– Deixa o coração falar também, que ele tem razão demais quando se queixa; deixa, deixa, deixa!
– Acabou nosso carnaval: pelas ruas, o que se vê é uma gente sem se ver. Podem me prender, podem me bater, podem até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião.
– Eu sei que eu vou te amar... por toda a minha vida eu vou te amar...
– Sabe você o que é o amor? Não sabe, eu sei. Sabe andar de madrugada, tendo a amada pela mão. Qual sabe o que, qual sabe nada, sabe não.
– Se é tarde, me perdoa... é que eu não sabia que você sabia que a vida é tão boa... Você se lembra da casinha pequenina, onde o nosso amor nasceu? Tinha um coqueiro ao lado...
– Nem vem que não tem!
– Tu veux ou tu veux pas?
– IF somebody loves you, it’s no good unless she loves you all the way. Eu agora sou feliz, eu agora vivo em paz: everybody is talking at me; raindrops keep faling on my head. Agora, deixa eu bater meu tamborim até chegar meu fim.
– Vem, vem, vem, vem sentir o calor dos braços meus à procura dos teus.
– Não vou; não vou, que eu não sou ninguém de ir na conversa de esquecer a tristeza de um amor que passou.
– E agora, o que faço da vida? Denise vai chorar, vai, vai chorar, dim-dim-dim-dim-dom.
– É só isto o seu baião? Não tem mais nada não? Escuta esta canção que eu mesmo fiz pensando em ti: foi um rio que passou na minha vida e o meu coração se deixou levar. Mas agora eu não quero e nem posso, nunca mais. O que tu me fizeste, amor, foi demais. Arrivederci Roma; good-bye, au revoir. Adeus amor, eu vou partir. Ouço ao longe um clarim. Pra você que me esqueceu, aquele abraço.
Eu já vou-me embora. Vou ler meu PASQUIM.
lunes, 26 de diciembre de 2011
lunes, 19 de diciembre de 2011
CASA DE CADA UM (texto de Walcyr Carrasco)
Nesta época, gosto de tratar da vida. Dou a roupa que não uso mais. Livros que não pretendo reler. Envio caixas para bibliotecas. Ou abandono um volume em um shopping ou café, com uma mensagem: "Leia e passe para frente!".
Tento avaliar meus atos através de uma perspectiva maior.
Penso na história dos Três Porquinhos. Cada um construiu sua casa. Duas, o Lobo derrubou facilmente. Mas a terceira resistiu porque era sólida. Em minha opinião, contos infantis possuem grande sabedoria, além da história propriamente dita. Gosto desse especialmente.
Imagino que a vida de cada um seja semelhante a uma casa. Frágil ou sólida, depende de como é construída. Muita gente se aproxima de mim e diz:Eu tenho um sonho, quero torná-lo realidade! Estremeço.
Freqüentemente, o sonho é bonito, tanto como uma casa bem pintada. Mas sem alicerces. As paredes racham, a casa cai repentinamente, e a pessoa fica só com entulho. Lamenta-se.
Na minha área profissional, isso é muito comum.
Diariamente sou procurado por alguém que sonha em ser ator ou atriz sem nunca ter estudado ou feito teatro. Como é possível jogar todas as fichas em uma profissão que nem se conhece?
Há quem largue tudo por uma paixão. Um amigo abandonou mulher e filho recém-nascido. A nova paixão durou até a noite na qual, no apartamento do 10º andar, a moça afirmou que podia voar. Deixa de brincadeira , ele respondeu.
Eu sei voar, sim! rebateu ela.
Abriu os braços, pronta para saltar da janela. Ele a segurou. Gritou por socorro. Quase despencaram. Foi viver sozinho com um gato, lembrando-se dos bons tempos da vida doméstica, do filho, da harmonia perdida!
Algumas pessoas se preocupam só com os alicerces. Dedicam-se à vida material. Quando venta, não têm paredes para se proteger. Outras não colocam portas. Qualquer um entra na vida delas.
Tenho um amigo que não sabe dizer não (a palavra não é tão mágica quanto uma porta blindada). Empresta seu dinheiro e nunca recebe. Namora mulheres problemáticas. Vive cercado de pessoas que sugam suas energias como autênticos vampiros emocionais. Outro dia lhe perguntei:Por que deixa tanta gente ruim se aproximar de você?
Garante que no próximo ano será diferente. Nada mudará enquanto não consertar a casa de sua vida.
São comuns as pessoas que não pensam no telhado. Vivem como se os dias de tempestade jamais chegassem. Quando chove, a casa delas se alaga.
Ao contrário das que só cuidam dos alicerces, não se preocupam com o dia de amanhã.
Certa vez uma amiga conseguiu vender um terreno valioso recebido em herança. Comentei:
Agora você pode comprar um apartamento para morar.
Preferiu alugar uma mansão. Mobiliou. Durante meses morou como uma rainha. Quase um ano depois, já não tinha dinheiro para botar um bife na mesa!
Aproveito as festas de fim de ano para examinar a casa que construí. Alguma parede rachou porque tomei uma atitude contra meus princípios?
Deixei alguma telha quebrada?
Há um assunto pendente me incomodando como uma goteira?
Minha porta tem uma chave para ser bem fechada quando preciso, mas também para ser aberta quando vierem as pessoas que amo?
É um bom momento para decidir o que consertar. Para mudar alguma coisa e tornar a casa mais agradável.
Sou envolvido por um sentimento muito especial.
Ao longo dos anos, cada pessoa constrói sua casa.
O bom é que sempre se pode reformar, arrumar, decorar!
E na eterna oportunidade de recomeçar reside a grande beleza de ser o arquiteto da própria vida.
Tento avaliar meus atos através de uma perspectiva maior.
Penso na história dos Três Porquinhos. Cada um construiu sua casa. Duas, o Lobo derrubou facilmente. Mas a terceira resistiu porque era sólida. Em minha opinião, contos infantis possuem grande sabedoria, além da história propriamente dita. Gosto desse especialmente.
Imagino que a vida de cada um seja semelhante a uma casa. Frágil ou sólida, depende de como é construída. Muita gente se aproxima de mim e diz:Eu tenho um sonho, quero torná-lo realidade! Estremeço.
Freqüentemente, o sonho é bonito, tanto como uma casa bem pintada. Mas sem alicerces. As paredes racham, a casa cai repentinamente, e a pessoa fica só com entulho. Lamenta-se.
Na minha área profissional, isso é muito comum.
Diariamente sou procurado por alguém que sonha em ser ator ou atriz sem nunca ter estudado ou feito teatro. Como é possível jogar todas as fichas em uma profissão que nem se conhece?
Há quem largue tudo por uma paixão. Um amigo abandonou mulher e filho recém-nascido. A nova paixão durou até a noite na qual, no apartamento do 10º andar, a moça afirmou que podia voar. Deixa de brincadeira , ele respondeu.
Eu sei voar, sim! rebateu ela.
Abriu os braços, pronta para saltar da janela. Ele a segurou. Gritou por socorro. Quase despencaram. Foi viver sozinho com um gato, lembrando-se dos bons tempos da vida doméstica, do filho, da harmonia perdida!
Algumas pessoas se preocupam só com os alicerces. Dedicam-se à vida material. Quando venta, não têm paredes para se proteger. Outras não colocam portas. Qualquer um entra na vida delas.
Tenho um amigo que não sabe dizer não (a palavra não é tão mágica quanto uma porta blindada). Empresta seu dinheiro e nunca recebe. Namora mulheres problemáticas. Vive cercado de pessoas que sugam suas energias como autênticos vampiros emocionais. Outro dia lhe perguntei:Por que deixa tanta gente ruim se aproximar de você?
Garante que no próximo ano será diferente. Nada mudará enquanto não consertar a casa de sua vida.
São comuns as pessoas que não pensam no telhado. Vivem como se os dias de tempestade jamais chegassem. Quando chove, a casa delas se alaga.
Ao contrário das que só cuidam dos alicerces, não se preocupam com o dia de amanhã.
Certa vez uma amiga conseguiu vender um terreno valioso recebido em herança. Comentei:
Agora você pode comprar um apartamento para morar.
Preferiu alugar uma mansão. Mobiliou. Durante meses morou como uma rainha. Quase um ano depois, já não tinha dinheiro para botar um bife na mesa!
Aproveito as festas de fim de ano para examinar a casa que construí. Alguma parede rachou porque tomei uma atitude contra meus princípios?
Deixei alguma telha quebrada?
Há um assunto pendente me incomodando como uma goteira?
Minha porta tem uma chave para ser bem fechada quando preciso, mas também para ser aberta quando vierem as pessoas que amo?
É um bom momento para decidir o que consertar. Para mudar alguma coisa e tornar a casa mais agradável.
Sou envolvido por um sentimento muito especial.
Ao longo dos anos, cada pessoa constrói sua casa.
O bom é que sempre se pode reformar, arrumar, decorar!
E na eterna oportunidade de recomeçar reside a grande beleza de ser o arquiteto da própria vida.
miércoles, 14 de diciembre de 2011
DOS CABALLOS
Cerca de mi casa hay un campo
Dos caballos viven allí.
De lejos, parecen caballos como los demás, pero cuando se mira bien, se distingue que uno de ellos es ciego. Con todo, el dueño no se deshizo de ese caballo y le acercó un amigo –un caballo más joven-. Eso ya es de admirar.
Si te quedas observando, oirás un tintinear ... procurando saber de dónde viene el sonido, verás que hay un pequeña campana en el pescuezo del caballo más joven.
Así, el caballo ciego sabe dónde está su compañero y va hacia él. Ambos pasan los días comiendo y al final del día el caballo ciego sigue a su compañero hasta el establo.
Puedes advertir que el caballo con la campanita está siempre mirando a su acompañante; a veces para, con el fin de que el otro pueda alcanzarlo.
El caballo ciego se guía por el sonido de la campana, confiado en que el joven lo está llevando por el camino correcto.
Como el dueño de esos dos caballos, Dios no se deshace de uno de nosotros solo porque no somos perfectos, o porque tenemos problemas o desafíos. ÉL cuida de nosotros y hace que otras personas vengan en nuestro auxilio cuando así lo precisamos.
Algunas veces somos el caballo ciego guiado por el sonido a aquél o aquéllos que Dios coloca en nuestras vidas.
Otras veces, somos el caballo que guía, ayudando a otros a encontrar su camino.
Así pasa con los buenos amigos ... No es preciso verlos, más ellos están allí.
lunes, 12 de diciembre de 2011
"MAÑANA ES LA ÚNICA UTOPIA"
Frecuentemente me preguntan qué cuántos años tengo...
¡Qué importa eso!.
Tengo la edad que quiero y siento.
La edad en que puedo gritar sin miedo lo que pienso.
Hacer lo que deseo, sin miedo al fracaso, o lo desconocido.
Tengo la experiencia de los años vividos y la fuerza de la
convicción de mis deseos.
¡Qué importa cuántos años tengo!.
No quiero pensar en ello.
Unos dicen que ya soy viejo y otros que estoy en el apogeo.
Pero no es la edad que tengo, ni lo que la gente dice, sino lo
que mi corazón siente y mi cerebro dicte.
Tengo los años necesarios para gritar lo que pienso, para hacer
lo que quiero, para reconocer yerros viejos, rectificar caminos
y atesorar éxitos.
Ahora no tienen por qué decir: Eres muy joven, no lo lograrás.
Tengo la edad en que las cosas se miran con más calma, pero
con el interés de seguir creciendo.
Tengo los años en que los sueños se empiezan a acariciar con los dedos, y las ilusiones se convierten en esperanza.
Tengo los años en que el amor, a veces es una loca llamarada, ansiosa de consumirse
en el fuego de una pasión deseada.
Y otras en un remanso de paz, como el atardecer en la playa.
¿Qué cuántos años tengo? No necesito con un número marcar, pues
mis anhelos alcanzados, mis triunfos obtenidos, las lágrimas que por el camino
derramé al ver mis ilusiones rotas... valen mucho más que eso.
¡Qué importa si cumplo veinte, cuarenta, o sesenta!.
Lo que importa es la edad que siento.
Tengo los años que necesito para vivir libre y sin miedos.
Para seguir sin temor por el sendero, pues llevo conmigo la experiencia adquirida y la fuerza de mis anhelos.
¿Qué cuantos años tengo? ¡Eso a quién le importa!.
Tengo los años necesarios para perder el miedo y hacer lo que quiero y siento.
José Saramago
Premio Nobel Literatura 1998
Frecuentemente me preguntan qué cuántos años tengo...
¡Qué importa eso!.
Tengo la edad que quiero y siento.
La edad en que puedo gritar sin miedo lo que pienso.
Hacer lo que deseo, sin miedo al fracaso, o lo desconocido.
Tengo la experiencia de los años vividos y la fuerza de la
convicción de mis deseos.
¡Qué importa cuántos años tengo!.
No quiero pensar en ello.
Unos dicen que ya soy viejo y otros que estoy en el apogeo.
Pero no es la edad que tengo, ni lo que la gente dice, sino lo
que mi corazón siente y mi cerebro dicte.
Tengo los años necesarios para gritar lo que pienso, para hacer
lo que quiero, para reconocer yerros viejos, rectificar caminos
y atesorar éxitos.
Ahora no tienen por qué decir: Eres muy joven, no lo lograrás.
Tengo la edad en que las cosas se miran con más calma, pero
con el interés de seguir creciendo.
Tengo los años en que los sueños se empiezan a acariciar con los dedos, y las ilusiones se convierten en esperanza.
Tengo los años en que el amor, a veces es una loca llamarada, ansiosa de consumirse
en el fuego de una pasión deseada.
Y otras en un remanso de paz, como el atardecer en la playa.
¿Qué cuántos años tengo? No necesito con un número marcar, pues
mis anhelos alcanzados, mis triunfos obtenidos, las lágrimas que por el camino
derramé al ver mis ilusiones rotas... valen mucho más que eso.
¡Qué importa si cumplo veinte, cuarenta, o sesenta!.
Lo que importa es la edad que siento.
Tengo los años que necesito para vivir libre y sin miedos.
Para seguir sin temor por el sendero, pues llevo conmigo la experiencia adquirida y la fuerza de mis anhelos.
¿Qué cuantos años tengo? ¡Eso a quién le importa!.
Tengo los años necesarios para perder el miedo y hacer lo que quiero y siento.
José Saramago
Premio Nobel Literatura 1998
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